Fique a saber o que a faz ser tão especial e imprescindível no seu menu diário, e para toda a vida.
A Natural quer saber se se preocupa com a vida marinha e com o decréscimo de espécies que habituam os oceanos.
14 abril, 2009
Soja, o alimento que revolucionou a cozinha saudável
Na moda ou não, a soja é hoje um dos alimentos mais consumidos por quem pretende levar uma vida mais saudável. Trazida “à boca” pelo Oriente e tornada popular pelo Brasil, esta leguminosa é a base para muitos produtos alimentares, e transforma-se no principal ingrediente de doces e salgados.
Fique a saber o que a faz ser tão especial e imprescindível no seu menu diário, e para toda a vida.
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Leia mais na edição nº91 da revista Natural
Lince-Ibérico

O Projecto LIFE-Natureza e o Programa Iberlinx são os dois projectos actuais que trabalham para trazer de volta a população do lince-ibérico, ameaçado de extinção.
A história do lince-ibérico (Lynx pardinus) é, há já algum tempo, marcada pelo esforço que nos últimos anos tem sido feito para travar a sua extinção. Entre os anos 1960 e 1990, perdeu-se 80% da sua área de ocorrência, tendo algumas populações perdido até 75% dos efectivos em 10 anos. Em 1500 a.C. o Lince-ibérico ocupava toda a área entre Portugal e o Cáucaso, confinando-se posteriormente à Península Ibérica, que ocupava na totalidade em meados do século XIX, sendo ainda muito comum no sul no início do século XX. Contudo, nos dias de hoje é o carnívoro mais ameaçado da Europa e o felídeo mais ameaçado do mundo, e encontra-se classificado como espécie Criticamente em Perigo (CR) pelos Livros Vermelhos de Portugal e pela UICN, onde se incluem as espécies que enfrentam um risco extremamente elevado de extinção na natureza. Também se encontra protegido pela Convenção de Berna (Anexo II) e pela Convenção que regulamenta o Comércio de Espécies Selvagens (CITES - Anexo I A), sendo considerado pela Directiva Habitats como uma espécie prioritária.
A história do lince-ibérico (Lynx pardinus) é, há já algum tempo, marcada pelo esforço que nos últimos anos tem sido feito para travar a sua extinção. Entre os anos 1960 e 1990, perdeu-se 80% da sua área de ocorrência, tendo algumas populações perdido até 75% dos efectivos em 10 anos. Em 1500 a.C. o Lince-ibérico ocupava toda a área entre Portugal e o Cáucaso, confinando-se posteriormente à Península Ibérica, que ocupava na totalidade em meados do século XIX, sendo ainda muito comum no sul no início do século XX. Contudo, nos dias de hoje é o carnívoro mais ameaçado da Europa e o felídeo mais ameaçado do mundo, e encontra-se classificado como espécie Criticamente em Perigo (CR) pelos Livros Vermelhos de Portugal e pela UICN, onde se incluem as espécies que enfrentam um risco extremamente elevado de extinção na natureza. Também se encontra protegido pela Convenção de Berna (Anexo II) e pela Convenção que regulamenta o Comércio de Espécies Selvagens (CITES - Anexo I A), sendo considerado pela Directiva Habitats como uma espécie prioritária.
Leia mais na edição nº91, da revista Natural.
16 março, 2009
Florestas de cá

Até ao final de 2009, 500.000 árvores e arbustos irão estar plantados, e 1.000.000 de plantas produzidas. Esta é a meta traçada pelo projecto “Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade”, que tem como objectivo global conservar, criar e cuidar de bosques com espécies autóctones, através de acções de manutenção e recuperação da floresta original.
Fruto do projecto global “Earth Condominium” (Condomínio da Terra), da associação ambientalista Quercus, este programa propõe um conjunto de acções que, para além da componente fundamental de conservação da biodiversidade, incluem a quantificação da capacidade de sequestro de CO2 dos novos bosques, e daqueles que já se encontram em crescimento, constituindo mais um contributo para reduzir o efeito de estufa e as alterações climáticas.
“O nosso trabalho de conservação da floresta consiste em criar novos bosques, apoiar a regeneração natural e preservar áreas florestais de elevado valor conservacionista; de entre as acções previstas estão a preparação de terreno para plantação, a plantação de árvores, a limpeza mecânica e manual do coberto arbustos, podas e desbastes, e a colocação de vedações e protecções individuais das plantas em alguns locais”, explica um dos coordenadores do projecto Paulo Monteiro.
Em Portugal, grande parte da floresta natural desapareceu ou está muito alterada, sendo já raras algumas das árvores autóctones. Para tal tem contribuído a adopção de modelos silvícolas baseados na simplificação dos ecossistemas florestais, reduzindo-os a meros conjuntos de árvores alinhadas da mesma espécie.
Fruto do projecto global “Earth Condominium” (Condomínio da Terra), da associação ambientalista Quercus, este programa propõe um conjunto de acções que, para além da componente fundamental de conservação da biodiversidade, incluem a quantificação da capacidade de sequestro de CO2 dos novos bosques, e daqueles que já se encontram em crescimento, constituindo mais um contributo para reduzir o efeito de estufa e as alterações climáticas.
“O nosso trabalho de conservação da floresta consiste em criar novos bosques, apoiar a regeneração natural e preservar áreas florestais de elevado valor conservacionista; de entre as acções previstas estão a preparação de terreno para plantação, a plantação de árvores, a limpeza mecânica e manual do coberto arbustos, podas e desbastes, e a colocação de vedações e protecções individuais das plantas em alguns locais”, explica um dos coordenadores do projecto Paulo Monteiro.
Em Portugal, grande parte da floresta natural desapareceu ou está muito alterada, sendo já raras algumas das árvores autóctones. Para tal tem contribuído a adopção de modelos silvícolas baseados na simplificação dos ecossistemas florestais, reduzindo-os a meros conjuntos de árvores alinhadas da mesma espécie.
17 fevereiro, 2009
Plantas que reflectem mais luz ajudam a combater aquecimento
Uma forma para combater a mudança climática é optar por cultivar as variedades de plantas que reflectem mais luz solar. A ideia é defendida por investigadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, na revista científica Current Biology.
De acordo com o estudo, tal processo poderia arrefecer em 1ºC a temperatura média do verão na América do Norte, na Europa e na Ásia.
Segundo os investigadores, algumas plantas cultiváveis têm uma maior capacidade de reflectir a luz solar de volta para o espaço.
E para além disso, a adopção de plantas mais reflexivas não prejudicaria a produção de alimentos no mundo. A solução estava em cultivar variedades da mesma planta, e não a troca de uma espécie por outra.
Esta "biogeoengenharia" é mais barata e viável do que planos para lançar partículas para arrefecer a atmosfera, defendem os mentores do estudo.
De acordo com o estudo, tal processo poderia arrefecer em 1ºC a temperatura média do verão na América do Norte, na Europa e na Ásia.
Segundo os investigadores, algumas plantas cultiváveis têm uma maior capacidade de reflectir a luz solar de volta para o espaço.
E para além disso, a adopção de plantas mais reflexivas não prejudicaria a produção de alimentos no mundo. A solução estava em cultivar variedades da mesma planta, e não a troca de uma espécie por outra.
Esta "biogeoengenharia" é mais barata e viável do que planos para lançar partículas para arrefecer a atmosfera, defendem os mentores do estudo.
16 fevereiro, 2009
Güssing, a terra ecológica
Fica na Áustria e foi já uma terra esquecida. Güssing é hoje uma cidade auto-suficiente do ponto de vista energético, pois toda a energia que consome é por ela produzida.
A personagem principal é a floresta, a fonte para a produção de biomassa que abastece a região.
Situada no sul da Áustria, perto da fronteira com a Hungria, Güssing – uma pequena e desertificada cidade esquecida entre dois países - decidiu fazer uma aposta na produção da sua própria energia, recorrendo às árvores.
E porque a popularidade da biomassa tem crescido no centro e norte da Europa, Güssing é assim a primeira comunidade da União Europeia (UE) a reduzir as emissões de carbono em mais de 90%, a partir desta fonte de energia.
Hoje com 27 mil habitantes, a cidade austríaca é a prova de que as energias renováveis não são apenas um imperativo ecológico, mas sim um poderoso motor de desenvolvimento económico sustentável.
Leia mais na edição 89 da revista Natural
A personagem principal é a floresta, a fonte para a produção de biomassa que abastece a região.
Situada no sul da Áustria, perto da fronteira com a Hungria, Güssing – uma pequena e desertificada cidade esquecida entre dois países - decidiu fazer uma aposta na produção da sua própria energia, recorrendo às árvores.
E porque a popularidade da biomassa tem crescido no centro e norte da Europa, Güssing é assim a primeira comunidade da União Europeia (UE) a reduzir as emissões de carbono em mais de 90%, a partir desta fonte de energia.
Hoje com 27 mil habitantes, a cidade austríaca é a prova de que as energias renováveis não são apenas um imperativo ecológico, mas sim um poderoso motor de desenvolvimento económico sustentável.
Leia mais na edição 89 da revista Natural
11 janeiro, 2009
Renove a sua vida
Está sempre a tempo de mudar. Reúna os bons e maus momentos, e guarde numa caixa os que entender. Estamos em 2009, e estamos prontos para dar um novo passo na nossa vida – desde propostas de bem-estar a ecologia ou alimentação – estas são “pequenas grandes” ideias que podem fazer a diferença para traçar o seu melhor destino.
Desde sugestões para promover o seu bem-estar, conselhos de saúde e beleza, como massagens, exercício físico, idas a spas, a conselhos para uma melhor alimentação, queremos assim que considere este trabalho (que pode ler em maior pormenor na edição nº88 da revista Natural) como um pequeno dossier sobre o que de mais importante pode mudar a sua vida.
Porque o bem-estar reflecte saúde e felicidade, e é o mote para encontrar o seu próprio caminho.
Desde sugestões para promover o seu bem-estar, conselhos de saúde e beleza, como massagens, exercício físico, idas a spas, a conselhos para uma melhor alimentação, queremos assim que considere este trabalho (que pode ler em maior pormenor na edição nº88 da revista Natural) como um pequeno dossier sobre o que de mais importante pode mudar a sua vida.
Porque o bem-estar reflecte saúde e felicidade, e é o mote para encontrar o seu próprio caminho.
19 novembro, 2008
Urânio em Nisa
As 61 minas de extracção de urânio que funcionaram em Portugal foram as precursoras de resultados nefastos na saúde e no ambiente. Mas a crescente procura mundial pela energia colocou a hipótese de voltar a explorar urânio em Portugal, naquele que é um dos maiores depósitos de urânio do país. Fica em Nisa, e quem defende a saúde e o ambiente diz Não contra uma actividade que ainda hoje arrasta marcas.
Leia mais na edição nº86 da revista Natural
06 novembro, 2008
Semana BIO

Pela saúde, pelo ambiente, ou por ambos, ouvimos falar cada vez mais de Agricultura Biológica. Para alguns, é ainda uma área que suscita dúvidas e reticências, mas na verdade, a alimentação bio tem ganho muitos adeptos nos últimos tempos.
Lojas naturais, mercados, feiras, cooperativas, ou nos nossos conhecidos supermecados e hipermercados, encontra prateleiras destinadas a estes produtos. Os preços variam, mas quem está nesta área há muito tempo diz que a tendência é a aproximação dos preços dos produtos convencionais.
A INTERBIO (Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica) realiza, pela terceira vez consecutiva, a Semana BIO - Semana Nacional da Agricultura Biológica, que irá decorrer entre os dias 15 e 23 de Novembro.
Com o intuito de divulgar o melhor possível todo o trabalho que se faz em Portugal, em Agricultura Biológica, esta edição destaca este ano como temática principal a Alimentação. E à semelhança do que aconteceu nas duas últimas edições (703 acções em 2006 e 871 em 2007), a organização espera uma boa adesão, com a expectativa de que o número de iniciativas seja superado.
Com o intuito de divulgar o melhor possível todo o trabalho que se faz em Portugal, em Agricultura Biológica, esta edição destaca este ano como temática principal a Alimentação. E à semelhança do que aconteceu nas duas últimas edições (703 acções em 2006 e 871 em 2007), a organização espera uma boa adesão, com a expectativa de que o número de iniciativas seja superado.
Mais informação em http://www.interbio-bio.blogspot.com/
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