A Natural quer saber se se preocupa com a vida marinha e com o decréscimo de espécies que habituam os oceanos.

23 junho, 2009

Demonstrações de massagens gratuitas

No próximo dia 27 de Junho, no Centro de Terapias da Espiral,irão decorrer sessões de 30 minutos gratuitas de várias massagens :

Tui Na
Geotermal - Pedras Japonesas
Dorn Breuss (Saúde através da Coluna)
Drenagem Linfática

A não perder.

17 junho, 2009

Hoje é dia - contra a desertificação

Hoje comemora-se o Dia Mundial de Combate à Seca e Desertificação.
Portugal tem metade do território em risco de desertificação e está a ficar sem solos de qualidade. A paisagem agrícola mudou muito nos últimos 50 anos, e a face mais visível dessa mudança é o abandono dos campos e as consequências de uma agricultura intensiva.
O Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca foi proclamado pela Assembleia-Geral da ONU em 1994. Actualmente é um problema que afecta um terço da superfície da Terra e ameaça o bem-estar de mil milhões de pessoas. As alterações climáticas, as práticas agrícolas mais intensivas e a fraca gestão dos recursos hídricos têm agravado a situação nos últimos tempos.

Aprender a Agricultura

A Horta Pedagógica e Social de Guimarães é um espaço de domínio público onde se possibilita a melhoria da qualidade de vida das populações e o aumento da experiência prática e sensorial na ligação com a Natureza que se traduz na possibilidade de contacto entre a população e as espécies agrícolas que utilizamos na nossa alimentação, através do seu envolvimento em diversas actividades.
A Horta Pedagógica apresenta um conjunto de actividades de educação ambiental, nomeadamente um espaço dedicado à compostagem, disponibilizando diversos serviços e promovendo múltiplas iniciativas.

Para saber mais: http://www.cm-guimaraes.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=16186

15 junho, 2009

Gripe suína - Quase toda a verdade

Depois da polémica em torno da gripe das aves, uma nova pandemia ganha contornos de fama. Com ela, sobre luzes de ribalta, estão novas vacinas, e a impunidade sobre uma pecuária industrial e intensiva para consumo humano.

Leia mais na edição nº93, da revista Natural

14 abril, 2009

Soja, o alimento que revolucionou a cozinha saudável

Na moda ou não, a soja é hoje um dos alimentos mais consumidos por quem pretende levar uma vida mais saudável. Trazida “à boca” pelo Oriente e tornada popular pelo Brasil, esta leguminosa é a base para muitos produtos alimentares, e transforma-se no principal ingrediente de doces e salgados.
Fique a saber o que a faz ser tão especial e imprescindível no seu menu diário, e para toda a vida.

Leia mais na edição nº91 da revista Natural

Lince-Ibérico


O Projecto LIFE-Natureza e o Programa Iberlinx são os dois projectos actuais que trabalham para trazer de volta a população do lince-ibérico, ameaçado de extinção.

A história do lince-ibérico (Lynx pardinus) é, há já algum tempo, marcada pelo esforço que nos últimos anos tem sido feito para travar a sua extinção. Entre os anos 1960 e 1990, perdeu-se 80% da sua área de ocorrência, tendo algumas populações perdido até 75% dos efectivos em 10 anos. Em 1500 a.C. o Lince-ibérico ocupava toda a área entre Portugal e o Cáucaso, confinando-se posteriormente à Península Ibérica, que ocupava na totalidade em meados do século XIX, sendo ainda muito comum no sul no início do século XX. Contudo, nos dias de hoje é o carnívoro mais ameaçado da Europa e o felídeo mais ameaçado do mundo, e encontra-se classificado como espécie Criticamente em Perigo (CR) pelos Livros Vermelhos de Portugal e pela UICN, onde se incluem as espécies que enfrentam um risco extremamente elevado de extinção na natureza. Também se encontra protegido pela Convenção de Berna (Anexo II) e pela Convenção que regulamenta o Comércio de Espécies Selvagens (CITES - Anexo I A), sendo considerado pela Directiva Habitats como uma espécie prioritária.

Leia mais na edição nº91, da revista Natural.

16 março, 2009

Florestas de cá


Até ao final de 2009, 500.000 árvores e arbustos irão estar plantados, e 1.000.000 de plantas produzidas. Esta é a meta traçada pelo projecto “Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade”, que tem como objectivo global conservar, criar e cuidar de bosques com espécies autóctones, através de acções de manutenção e recuperação da floresta original.

Fruto do projecto global “Earth Condominium” (Condomínio da Terra), da associação ambientalista Quercus, este programa propõe um conjunto de acções que, para além da componente fundamental de conservação da biodiversidade, incluem a quantificação da capacidade de sequestro de CO2 dos novos bosques, e daqueles que já se encontram em crescimento, constituindo mais um contributo para reduzir o efeito de estufa e as alterações climáticas.
“O nosso trabalho de conservação da floresta consiste em criar novos bosques, apoiar a regeneração natural e preservar áreas florestais de elevado valor conservacionista; de entre as acções previstas estão a preparação de terreno para plantação, a plantação de árvores, a limpeza mecânica e manual do coberto arbustos, podas e desbastes, e a colocação de vedações e protecções individuais das plantas em alguns locais”, explica um dos coordenadores do projecto Paulo Monteiro.
Em Portugal, grande parte da floresta natural desapareceu ou está muito alterada, sendo já raras algumas das árvores autóctones. Para tal tem contribuído a adopção de modelos silvícolas baseados na simplificação dos ecossistemas florestais, reduzindo-os a meros conjuntos de árvores alinhadas da mesma espécie.

17 fevereiro, 2009

Plantas que reflectem mais luz ajudam a combater aquecimento

Uma forma para combater a mudança climática é optar por cultivar as variedades de plantas que reflectem mais luz solar. A ideia é defendida por investigadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, na revista científica Current Biology.
De acordo com o estudo, tal processo poderia arrefecer em 1ºC a temperatura média do verão na América do Norte, na Europa e na Ásia.
Segundo os investigadores, algumas plantas cultiváveis têm uma maior capacidade de reflectir a luz solar de volta para o espaço.
E para além disso, a adopção de plantas mais reflexivas não prejudicaria a produção de alimentos no mundo. A solução estava em cultivar variedades da mesma planta, e não a troca de uma espécie por outra.
Esta "biogeoengenharia" é mais barata e viável do que planos para lançar partículas para arrefecer a atmosfera, defendem os mentores do estudo.